Cecília Torres Nogueira
Final de tarde, todos desfrutando do amigo sol depois de um intenso e tardio “inverno Augustino”. Tivemos dias de intenso frio, por volta de 10°, que castigou muitos moradores de rua, até chegando matar cinco deles no centro de São Paulo. Mas na região do Parque Marabá, periferia de São Paulo, pessoas aproveitam à tarde para caminhadas depois de “curtirem” em casa dias sem a luz do sol.
Neste fim de tarde, tiraram um lazer com os filhos sentados nos bancos e mesas que compõem a passarela de pedestres e ciclovias, tomando açaí e praticando esportes ao ar livre. Alguns ainda não se preocupam em usar as máscaras protetoras da Covid-19.
Mais alguns passos
adiante podemos observar entulhos que são atirados às margens do rio
Pirajussara, que corta o bairro de Campo Limpo e Taboão da Serra, que no passado
foi alvo de grandes enchentes. Ao interpolar alguns dos catadores de
reciclagem, um deles ainda posou para fotos e outro não quis ser fotografado,
apenas deu seu nome, A., o qual salientou a importância da prefeitura anexar
placas indicativas de proibição para o ato de jogar entulhos às margens e
dentro do rio, transtorno que vem sendo indiscriminado por muito tempo naquela
região; “Recebemos alguns trocados, marmitex e ainda tacamos fogo no entulho”
disse A., que ressaltou a importância da multa para quem pratica essa ação. A
Prefeitura de São Paulo sancionou a Lei 16.871, de 15 de fevereiro, para
cidadãos que jogam entulhos em rios.



1 Comentários
Isso porque existe os ecopontos, imagina se não existisse.
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