Por: David Agapito
Fonte: Bahia Notícias
Agora muitos países tem
enfrentado uma segunda onda da doença, o Brasil ainda não controlou nem a
primeira, e para além dos números de mortos vítimas desse vírus que acomete
toda a população mundial, paralelo à doença temos um outro mal que vem assolando a
população brasileira: o desemprego que vem aumentando assustadoramente especialmente
na Bahia.
Pelo fato de termos a
necessidade de ficar em casa e evitar aglomerações, empresas, lojas, fábricas,
shoppings e outros serviços fecharam temporariamente e muitas não conseguiram
manterem-se abertas e vieram a fechar e/ou diminuir a produção colaborando para
a justificativa do crescimento alarmante do desemprego em todo o país 14
milhões segundo dados do IBGE, divulgados na semana passada.
Com menos pessoas nas
ruas, menos pessoas empregadas, diminuição no valor do auxílio emergencial, os
ambulantes e os estabelecimentos comerciais tem sofrido uma enorme queda nas
suas vendas e é nessa condição que muitos patrões tem dispensado seus
funcionários, que muitos ambulantes estão passando por necessidades. Mas vale
lembrar que medidas de prevenção e combate ao novo coronavírus é de fundamental
importância para controlarmos o aumento dessa doença.
Governos de todo o mundo
tem se preocupado com suas populações e estão disponibilizando auxílio
emergencial para amenizar a perda de
suas rendas e assim terem suas necessidades imensamente básicas saciadas, na
Bahia no mês de outubro os pedidos por seguro desemprego aumentou 97% em
relação ao mesmo período do ano passado.
E a prefeitura municipal de São Sebastião do Passé, Região Metropolitana de
Salvador, deu uma grande colaboração para o aumento do número de desempregados
no estado, assim como aconteceu em outros municípios baianos. No final do mês
de setembro do corrente ano, a prefeitura interrompeu os contratos de trabalho de todos
os funcionários do regime REDA da educação e alguns da saúde provocando insatisfação e indignação em todos os moradores da cidade. Ele, (o
prefeito) havia prometido que não faria essa demissão até o final de dezembro
de 2020. O que mais chama atenção no município é que o prefeito quebra o
contrato desses funcionários antes de completar o período determinado pelo
contrato. Não houve nenhuma intervenção legal contra a atitude do prefeito. Esse
fato é recorrente na cidade a cada 4 anos ele se repete.
A atitude do prefeito,
exonerando os funcionários deixando-os
completamente à deriva causa muita
preocupação, pois a maioria dos sebastianenses trabalham na prefeitura ou em
órgãos ligados a ela, há que se ressaltar que tais funcionários não recebem
seguro-desemprego, não recebem tempo de serviço e muito menos poderão se cadastrar para receber o auxílio
emergencial do Governo Federal, assim no momento centenas de famílias na cidade
sustentadas por pais e mães que perderam o emprego estão sem renda alguma para
se sustentarem em plena pandemia do novo coronavírus.
Fonte: IBGE

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