Por: Maria da Conceição Gonçalves Lemos
foto: 21.abr.2021 - José Sócrates, ex-primeiro-ministro de Portugal e ex-secretário-geral do Partido SocialistaImagem: Pedro Nunes/Reuters
O Brasil vive um "teatro do absurdo" por outro lado o governo de Jair Bolsonaro, que continua sem partido, levou a reputação internacional do país a "afundar". A avaliação é de José Sócrates, primeiro-ministro de Portugal entre 2005 e 2011 e ex-secretário-geral do Partido Socialista que atuou em como ministro e foi inclusive um dos organizadores da Euro 2004, em Portugal. Essas informações foram dada em entrevista exclusiva à coluna, do jornalista Jamil Chade. O ex-chefe de governo de Portugal analisa e destaca que o Brasil perdeu muito a voz relevante no palco internacional e o envolvimento de militares da ativa no governo é considerado como “intolerável" entre as democracias. "O mundo espera que se termine esse espetáculo do absurdo. Conforme o site https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2021/08/24/brasil-vive-teatro-do-absurdo-diz-ex-primeiro-ministro-portugues.
Um quadro que e agravou com a gestão da pandemia, e a
presença de generais no governo brasileiro têm chocado as lideranças mundiais.
"Vemos o Brasil como um país que ninguém quer estar perto é uma coisa
muito triste", disse o português. "A verdade é que todos reduziram
suas relações com o Brasil e as idas ao país, justamente por não querer estar
juntos com o presidente (Bolsonaro)", afirmou Sócrates.
O Brasil vai pagar um preço econômico pelo
desmatamento, inclusive com a paralisia de um acordo comercial com a UE.
"A relação entre a UE e o Mercosul está parada e isso ocorre por conta do
governo Bolsonaro", relato o português.
Para maiores esclarecimento do caso acessem o site e
veja como o Brasil se apresenta no mundo europeu.

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