Os agravos da pandemia na Educação

Por: Ismael Guedes Silva


A educação no Brasil enfrenta o enorme desafio de colocar em prática o calendário acadêmico de 2021: como enfrentar o suporte necessário para a realidade do fechamento de escolas e ainda tentar proporcionar a todos o acesso a uma educação básica de qualidade?

Em um país com área continental como o Brasil, também existe uma grande desigualdade na história. É preciso tentar entender a realidade atual a partir da experiência e dos resultados do passado, para poder mudar positivamente o futuro. Isso é realista e urgente, especialmente durante a pandemia.

Nesse sentido, é necessário consultar diversas fontes de dados complementares para obter um entendimento mais rico da educação do Brasil na pandemia de 2020. Só assim será possível encontrar estratégias eficazes e viáveis ​​para a educação básica de todos em 2021.

Um dos grandes problemas em 2020 foi à falta de acesso à internet, que se tornou uma forte aliada na área durante o período mais grave e em alguns locais até hoje. Cidades do interior do Brasil, muita das vezes não tem um bom sinal e quando tem empresas de distribuição de sinal de wi-fi, são monopolistas e com baixa eficácia em comparação com a alta demanda que o período exigia. 

Aliado a isso, a falta de interesse do poder publico administrativo não mostra um forte motivo para a demora das voltas as escolas. Professores cansados, pais cansados, alunos cansados, e um péssimo suporte para todos. Em diversas cidades alunos foram aprovados de ano somente com notas de duas ou três provas, isso em um período de um ano letivo.

Sem sobra de dúvidas além da saúde, a educação terá muitas sequelas da pandemia a serem enfrentados. Agravando cada vez mais a situação do ensino no País.

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