Por: Constâncio Viana Coutinho
Apesar do clima seco e a tradicional falta de chuvas na região do Distrito Federal, nesta época
do ano, principalmente nas áreas que abrangem os reservatórios do Descoberto e de Santa
Maria, surpreendentemente o DF não está sofrendo com baixos níveis de água. A última
medição no Descoberto registrou 72,0% de capacidade, enquanto Santa maria registrava 83,0 %
de sua capacidade.
Isso não quer dizer que os moradores do Distrito Federal estão livres para consumirem
água sem restrições. Na verdade, o governo federal está incentivando o uso racional de água,
afim de manter os reservatórios do país com níveis satisfatórios. Mesmo com nossos
reservatórios ainda em boas condições, o risco do DF é o de ficar sem energia elétrica,
considerando que não produzimos a nossa própria energia. No DF cada vez mais pessoas estão
investindo em energia solar, seja em residências ou comércio.
A matriz energética do DF é
representada pela energia de
origem hidrelétrica, sendo que
cerca de 80% é proveniente de
Furnas e 20% de Itaipu, o que
representa uma dependência do
Sistema Interligado Nacional (SIN).
Um conjunto de linhas de transmissão interligadas a subestações, cortando várias regiões
geográficas do Brasil, forma o que comumente se chama de Sistema de Transmissão. A rede
básica de FURNAS é configurada em linhas com tensões de 138, 230, 345, 500, 750 e ± 600 kV,
que passam por oito estados e o Distrito Federal. Centro Regional Goiás, localizado na Usina de
Itumbiara, em cuja área de responsabilidade destacam-se os troncos de alimentação aos
estados de Goiás, Mato Grosso, parte do Tocantins e do Distrito Federal.
“O consumo consciente de água é cada vez mais necessário. Se cada um fizer a sua parte, todos serão beneficiados.




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