Anos se passam e crise da demarcação de terras indígenas se mantém

Por: Luiza Paulino de Oliveira

Nesta quarta-feira (25/08) indígenas retomaram o protesto contra o "Marco Temporal" que estava em pauta no STF

É sabido que desde a colonização do Brasil a demarcação de terras indígenas foi feita sem a consideração da pluralidade de etnias indígenas. Tal ato, desde o Brasil Colônia, gerou inúmeras disputas e desvalorizações a respeito desses povos. E com a aprovação dessa pauta, o retrocesso demarcador seria tremendo.

Com o marco temporal, as etnias só podem reivindicar a demarcação de terras nas quais já estavam antes da promulgação da Constituição de 1988. Este foi o segundo dia de atos na capital federal
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A mobilização dos indígenas é pela rejeição da tese, defendida por ruralistas, guranis e Kaingangs.

Essa tese foi usada pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, antiga Fundação de Amparo Tecnológico ao Meio Ambiente (Fatma), para solicitar a reintegração de posse de uma área localizada em parte da Reserva Biológica do Sassafrás, no estado, onde fica a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ, local em que também vivem os povos Guarani e Kaingang, o que gerou revolta.

Detalhes do protesto e não discussão da pauta

Os indígenas saíram do acampamento montado desde domingo (22/08), próximo ao Congresso Nacional, e iniciaram a marcha, pela Esplanada. Eles seguiram até o STF
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, na Praça dos Três Poderes, carregando faixas com frases como "terra protegida" e "não ao marco temporal".

Fonte:https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/politica/2021/06/799213-indigenas-fecham-rodovias-e-protestam-em-brasilia-contra-pl-sobre-demarcacao.html

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Durante toda a tarde, os manifestantes acompanharam, por um telão, a sessão que ocorria no STF.

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