Por: Luiza Paulino de Oliveira
Nesta quarta-feira (25/08) indígenas retomaram o protesto contra o "Marco Temporal" que estava em pauta no STF
É sabido que desde a colonização do Brasil a demarcação de terras indígenas foi feita sem a consideração da pluralidade de etnias indígenas. Tal ato, desde o Brasil Colônia, gerou inúmeras disputas e desvalorizações a respeito desses povos. E com a aprovação dessa pauta, o retrocesso demarcador seria tremendo.
Essa tese foi usada pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, antiga Fundação de Amparo Tecnológico ao Meio Ambiente (Fatma), para solicitar a reintegração de posse de uma área localizada em parte da Reserva Biológica do Sassafrás, no estado, onde fica a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ, local em que também vivem os povos Guarani e Kaingang, o que gerou revolta.
Detalhes do protesto e não discussão da pauta
Por volta das 18h, quando a Corte encerrou os trabalhos, sem que o marco temporal para demarcação de terras indígenas fosse debatido, os manifestantes voltaram para o acampamento.


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