JOEL RIBEIRO: Boa
noite a todos vocês, eu estou aqui hoje na casa do nosso companheiro, nosso
amigo Nilson Duarte para um bate-papo. Eu sou pastor Joel, sou aqui hoje na
condição de jornalista pra entrevistar, pra gente poder entender um pouco o que
pensa Nilson Duarte Boa noite, meu amigo.
NILSON DUARTE:
Boa noite pastor Joel, boa noite a todos nossos amigos e ouvintes que estão
neste momento aí nos ouvindo e é um prazer, uma satisfação fazer esse bate-papo
aqui.
JOEL RIBEIRO: Pô,
gente, nós tamos iniciando um projeto em nossa trajetória de eu digo nossa,
porque conheço a história de vida de Nilson Duarte. Então pensamos em trabalhar
uma situação de um projeto de vídeo, de documentário pra poder trazer pra você
um pouco do perfil do nosso companheiro. Então, gostaria antes de mais nada, de
deixar ele com a palavra pra ele falar um pouco da sua origem de onde veio eh
como chegou a esta cidade. Então com vocês Nilson Duarte.
NILSON DUARTE: Bem, eh eu sou de origem do Estado de Minas Gerais, mais conhecido a minha cidade natal, Salinas E venho de uma família bastante humilde, nascida ali bem no no interior de Minas Gerais, norte de Minas, eh nasci no sítios com a família, meus pais, sou de uma família que temos dez irmãos, cinco irmãs irmãos. venham dessa origem homem da roça, o chamado jargão popular. Conheço um pouquinho da agricultura sou dessa linhagem aí pastor de de. Muito bem, É. veio lá do norte, Salinas propriamente dita. Salinas. Fruto de leite. Hoje, sim, o nosso município, ele foi emancipado no ano de noventa e oito, quase igual o joelinho aqui. Olha só, e hoje o nosso município ao sítio, aonde nascemos, fazem parte do, da, da cidade de fruta de leite. Nossa cidade aí, aproximadamente, de oito mil habitantes, já tem, sua emancipação que pertencia a Salina Salinas. Mas a minha, a minha origem do ano do meu nascimento, as cidades era mães salinas.
JOEL RIBEIRO: O
que que levou você Vim aqui pra, pra, pra São Paulo, propriamente aqui no
interior de São Paulo, nessa cidade.
NILSON DUARTE:
A gente, como já disse, nós somos de uma família humilde, e eu terminei o meu
ensino bá Naquela época nem falava fundamental eh ensino básico e a quarta
série meus pais não teria condições de me deixar numa cidade de Salinas que era
a cidade que tinha lá o ensino médio. Pra gente fazer os estudos. E eu sem
alternativa eh aos quinze anos de idade, quinze pra dezesseis. Eh por
influência de alguns parentes que já vinham pra Tietê, naquela época, eles
vinham pro pro pra lavoura de tomate eu achava aquilo muito interessante você
conhecer uma outra cidade, um outro estado isso me despertou o desejo de
conhecer nesse interíneo tive a oportunidade de conhecer essa bela cidade de
Tietê.
JOEL RIBEIRO: Você falou de lavoura de tomate, Nilson? Você chegou a plantar tomate ou não?
NILSON DUARTE:
Plantei. No ano de mil novecentos e noventa e oito eu fiz uma lavoura de tomada
sim. Eh. Olha só que interessante, né? Fiz uma, juntamos um grupo de de primos,
né? Um tio e fizemos Um ano, uma lavoura de tomate. Passei por essa experiência
e e posso dizer que foi uma experiência agradável, porque você vê a terra eh,
cultivar a terra e o desenvolver dela e depois ter os frutos da colheita muito
interessante Eh, foi uma experiência muito excelente.
JOEL RIBEIRO: A
gente fala do tomate e acaba depois tendo que lincar outras situações. A do
tomate vem depois o tomate?
NILSON DUARTE:
Do tomate é incrível que pareça eh na época as duas oportunidades que tinha,
principalmente em Tietê e região, primeiro o tomate foi depois, primeiro eu vim
direto pra Tietê e naquela época, no ano de oitenta e seis, eh, a única
oportunidade que tinha aqui na cidade, que era forte, era o corte de cana. e
quando não era corte de cana, era construção civil e poucas indústrias, eu me
lembro que que tinha oferta de impregu.



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