Frigoríficos estão atentos ao impacto gerado com a queda de consumo de carne bovina

 


Izaura Ap. Santos Oliveira dos Prazeres

O Instituto Mato-grossense de carne bovina o (IMAC) prevê que nesse primeiro semestre de 2021 será um tanto difícil para o setor de produtos de origem animal (carne). Isso devido as indústrias operarem com margens apertadas diante do preço um tanto elevado da arroba do boi gordo e também da manutenção dos preços da carne no atacado. Segundo Bruno de Jesus Andrade diretor do (IMAC) Instituto Mato-grossense de carne é um momento que requer especial atenção devido a estagnação de vendas no mercado interno e a exportação do produto se tornarem mais lenta neste período do ano. Com uma queda de 18% no volume de animais abatidos no estado em janeiro e fevereiro deste ano e relação ao mesmo período do ano de 2020.

O principal motivo é valorização do preço e a redução de consumo e além disso o movimento de retenção de fêmeas para recomposição do rebanho. O IMAC aponta o auxílio emergencial como uma saída para dar um fôlego ao mercado e funcione como um fator de sustentação nos preços e as exportações tendem a se recuperar nós próximos meses amenizando a situação dos frigoríficos.


Fonte: G1.com


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