A TERRA TREME NA BAHIA

 Cristiane Campos Lima


Abalo é sentido no Recôncavo baiano e também em Salvador


Foto: reprodução


Moradores de Amargosa, Mutuípe e São Miguel da Matas, cidades que ficam no Vale do Jiquiriçá, Recôncavo baiano, acordaram assustados no último domingo, 30, um terremoto de magnitude 4,6 foi registrado na região. O tremor foi sentido, em menor intensidade, em várias cidades do estado, como Castro Alves, Santo Antônio de Jesus, também no Recôncavo. Em Salvador, que fica distante menos de 100 km dessas cidades, o fenômeno também foi registrado. 


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Segundo moradores, tudo foi muito rápido, de 14 a 20 segundos, mas que parecia uma eternidade. Algumas pessoas tiveram casas danifica, com rachaduras nas paredes e tetos que desabaram. Com medo de acontecer algum desastre, moradores passaram a noite fora de suas residências.  Em São Miguel das Matas, duas famílias perderam as casas, que foram condenadas pela defesa civil da cidade. Na zona rural da cidade, 50 casas tiveram rachaduras detectadas. Algumas famílias, por segurança, estão abrigadas em escolas, já que as casas correm risco de desabar.

Foto: arte G1


De acordo com os geólogos, o normal da região é tremor abaixo de 3, esse sentido nas cidades do Vale do Jiquiriçá, foi considerado de alta magnitude.

A região está sendo monitorada pelo laboratório de sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Eduardo Menezes, geólogo, da UFRN, explicou que os tremores são causados por pressões nas falhas geológicas, por concentrar áreas sismicamente ativadas.


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No mês de agosto, moradores da cidade de cachoeira, também recôncavo baiano, sentiram tremores de terra, que foi registrado pelo Centro de sismologia da Universidade de São Paulo e teve magnitude de 1.6. Já no mês de julho, um outro tremor foi relatado por moradores na cidade de Ilhéus, sul da Bahia e registrado pelo UFRN, com magnitude de 3,5.

 








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