Juliana Moraes da Silva
A inovação e a
tecnologia do sistema iniciou com a retirada do vale papel desde 2004, sendo
substituídos pelos cartões de Vale Transporte Eletrônico, um cartão inteligente
que contém um chip embutido, recarregáveis. De acordo com o Sindiônibus
(Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Ceará) eles
trabalham juntamente com o Centro de Controle Operacional (CCO) e com o Sistema
Inteligente de Transporte (ITS, na sigla em inglês), que tem como
funcionalidade fazer o monitoramento dos ônibus em tempo real, identificando
todas as ocorrências, permitindo o contato com os motoristas, fazendo toda a
bilhetagem eletrônica e identificando as gratuidades.
Ainda em 2013
houve a implantação da integração, através do Bilhete Único, que permite a
mudança de ônibus durante o percurso sem ter que pagar outra passagem. Por
isso, a bilhetagem é integrada a um sistema de câmeras, capaz de perceber
quando um usuário utiliza uma gratuidade sem ter o acesso a ela, além de
agilizar o embarque de passageiros ajudou a refinar o controle do faturamento
das empresas, reduzindo as fraudes.
Segundo o
Superintendente do Vale-Transporte do Sindiônibus, Paulo César Vieira, o
objetivo é modernizar e melhorar a qualidade oferecendo maior segurança,
rapidez e conforto à população usuária do sistema de transporte coletivo de
Fortaleza.
Dessa forma, logo
a mudança para a tecnologia de cartão eletrônico coloca Fortaleza ao lado de
outras 70 cidades brasileiras onde o Vale Trasporte Eletrônico é utilizado com
êxito, como São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre,
Recife e Florianópolis.
Fonte:
Sindiônibus

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