Luciana Martins de Souza Senra
Um dos prazeres de residir em
Curitiba, capital do estado do Paraná, é presenciar o florescimento das cerejeiras
japonesas que embelezam a Praça do Japão.
Inaugurada no século passado, na
década de 60, a praça está localizada no bairro Água Verde e tem, desde sua
inauguração, a linda tarefa de homenagear os imigrantes japoneses que
desembarcaram aqui em meados de 1910.
Essa autêntica forma de vivenciar um pouco a cultura japonesa faz parte
dos inúmeros pontos turísticos curitibanos.
A praça se compõem por 5 lagos
com carpas (peixe ícone japonês), 10 cerejeiras vindas da cidade japonesa de
Nikon, imagem do símbolo da religião mais proeminente neste país da Ásia -o
Buda, portal e lanternas em estilo nipônico
e, uma única edificação: o Templo Dourado de Kyoto. Esse pedaço do Japão em meio a cidade traz
momentos de profundo desfrute e compreensão da cultura japonesa.
A prefeitura da cidade, mantém,
juntamente com a comunidade nipo-brasileira atividades que vão desde a
confecção de ikebanas ( arranjos florais), oficinas de Origami ( dobradura
secular), bibliotecas com mangás
(quadrinhos japoneses) e Haikais (os famosos poemas de três versos) até às
transcendentais sessões de meditação e
cerimônia do chá.
Para chegar neste cantinho
japonês no sul do Brasil, basta estar na cidade de Curitiba, e, utilizando o
transporte público- muito eficiente nesta localidade do país, extasiar-se com
um lindo calçamento que remonta às flores de cerejeiras que caem ao vento, mas para assistir o espetáculo das Sakuras – nome
dado às flores de cerejeira, recomenda-se estar na cidade no início do inverno,
onde a Praça do Japão floresce em natureza com pitadas de cultura e lazer.


0 Comentários